Essa acampada foi histórica, trágica e hoje em dia cômica.
Como de praxe chegamos na sexta a noite, montamos a barraca no mesmo local e fizemos nossa ceia com queijos e dessa vez uma cervejinha trincando.

Pela manhã o café da manhã não podia ser outra coisa – MC Lelão Feliz – fomos até as cachoeiras, voltamos e preparamos aquela caipirinha de limão e fomos pra piscina.

Tudo maravilhosamente bem até começar mudar o clima e formar aquele tempo caverna, caverna mesmo…com medo esticamos uma lona para cobrir melhor a parte de traz da barraca e continuamos a fazer nosso risoto de linguiça com alho poró.

 

Era muita chuva e quando vimos nossa barraca deve ter perdido a permeabilização e começou a dobrar ao meio. Corri dentro da barraca para ver se a sustentava em pé mas era inútil, até que começou a molhar tudo o que tínhamos. Foi a maior correria para tirar tudo de dentro da barraca e colocar no carro.

O Lelis teve um “ataque nunca visto antes” rsrsrsrsrs parecia que estava possuído! Pegou uma faca e picou a barraca juntamente com o colchão, juntou tudo e colocou tudo no lixo. Virou para mim e disse: Agora passou! Precisava fazer isso! Vamos jantar e ir embora.

Fizemos nosso prato de comida, jantamos pegamos o carro e voltamos para casa, mas sem desistir de continuar acampando e sim decidindo qual seria a próxima barraca a comprar.

Texto: Raquel Martins. Fotos: Thiago Lelis e Raquel Martins.